domingo, 13 de junho de 2010

A espera


A brisa entra sorrateira pela janela semi-aberta.
O corpo permanece inerte em cima da cama. De olhos fechados sente a brisa tocar-lhe, envolvendo-a ternamente.
Os olhos estão fechados, como se assim ajudasse a sentir melhor aquilo que a rodeia. Sentir-se melhor.
A respiração é profunda.
O coração bate. Sente-o pulsar dentro do peito, como um tambor agitado.
Deixa-se estar assim. No aqui e no agora. À espera que ele volte para junto de si, para voltarem a viver um novo "aqui e agora".

1 comentário :

Cachopa disse...

já tinha saudades de te ler =)
as esperas sao terriveis.... é a coisa q eu mais detesto!!!