quarta-feira, 27 de julho de 2011

Paz...


O que vem depois da vida? Não sei.
O que vem antes da vida? Não sei.
O que existe entre vidas? Não sei.

A minha ignorância no assunto é a sabedoria de outros. Gostava de poder ter frases bonitas e de consolo quando uma pessoa, querida de alguém, parte. Gostava de poder ter uma fórmula mágica que minimizasse a dor da partida. Ou de conseguir ter uma crença tão inabalável como quando assistimos a cerimónias fúnebres diferentes, onde as pessoas cantam e dançam em memória dos que se transformaram, e não há dores agonizantes ou choros reprimidos.
A morte, passagem ou transformação - tenha ela o nome que tiver - é triste, para mim. É triste pela significação que lhe dou. Se tivesse crescido entre budistas, não teria esta concepção triste da morte.

A vida é um mistério insondável. Seremos pretensiosos se acharmos que conhecemos as respostas às questões que tantas vezes nos colocamos, nos momentos de reflexão e seriedade.

Paz de espírito a todos os que recentemente perderam alguém querido...

terça-feira, 26 de julho de 2011

Parar é...

Há quem diga que parar é morrer. Eu prefiro pensar que, de vez em quanto, é obrigatório.
Acho que consegui, finalmente, voltar a tempo tempo para este blogue que tem andado solitário.
Obrigada aos amigos da blogosfera que se mantiveram fiéis e até me escreveram emails, alguns dos quais nem obtiveram resposta (shame on me). Espero que se encontrem todos bem!

Estou entusiasmada por regressar. Fez-me falta!